quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Que orgulho


Que orgulho naninho, seguiste os passos da mana.

Viva o hockey em Linha!!!!
E a equipa feminina!!!

Gonça carnaval 2007


As minhas 2 amigas do peito

Eu o meu mano Filipe

História do Carnaval

Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demónios da má colheita. As origens do Carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis. Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam, as grandes festas como o carnaval estão associadas a fenómenos astronómicos e a ciclos naturais. O carnaval caracteriza por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos carnavais foram ou são: os de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.

Conceito e origem

O Carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Quinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou.

O termo Carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavra dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne.

A própria origem do Carnaval é obscura. É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de carácter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do Carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os actos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.·


Período de duração

Os dias exactos do início e fim da estação carnavalesca variam de acordo com as tradições nacionais e locais, e têm-se alterado no tempo. Assim, em Munique e na Baviera (Alemanha), ela começa na festa da Epifania, 6 de Janeiro (dia dos Reis Magos), enquanto em Colónia e na Renânia, também na Alemanha, o Carnaval começa às 11h11min do dia 11 de Novembro (undécimo mês do ano). Na França, a celebração se restringe à terça-feira gorda e à mi-carême, quinta-feira da terceira semana da Quaresma. Nos Estados Unidos, festeja-se o Carnaval principalmente de 6 de Janeiro à terça-feira gorda (mardi-gras em francês, idioma dos primeiros colonizadores de Nova Orleans, na Louisiana), enquanto na Espanha a quarta-feira de cinzas se inclui no período momesco, como lembrança de uma fase em que esse dia não fazia parte da Quaresma. No Brasil, até a década de 1940, sobretudo no Rio de Janeiro, as festas pré-carnavalescas se iniciavam em Outubro, na comemoração de N. Sra. da Penha, crescia durante a passagem de ano e atingia o auge nos quatro dias anteriores às Cinzas — sábado, domingo, segunda e terça-feira gorda. Hoje em dia, tanto em Recife (Pernambuco), quanto em Salvador (Baia), o Carnaval inclui a quarta-feira de cinzas e dias subsequentes, chegando, por vezes, a incluir o sábado de Aleluia.

Florbela Espanca

Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 36 anos, «de uma doença que ninguém entendeu», mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira. Note-se como curiosidade que o pai, que sempre a acompanhou, só 19 anos após a morte da poetisa, por altura da inauguração do seu busto, em Évora, e por insistência de um grupo de florbelianos, a perfilhou.
Estudou no liceu de Évora, mas só depois do seu casamento (1913) com Alberto Moutinho concluiu, em 1917, a secção de Letras do Curso dos Liceus. Em Outubro desse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que passou a frequentar. Na capital, contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que então procurava impor-se. Colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Portugal Feminino. Em 1919, quando frequentava o terceiro ano de Direito, publicou a sua primeira obra poética, Livro de Mágoas. Em 1921, divorciou-se de Alberto Moutinho, de quem vivia separada havia alguns anos, e voltou a casar, no Porto, com o oficial de artilharia António Guimarães. Nesse ano também o seu pai se divorciou, para casar, no ano seguinte, com Henriqueta Almeida. Em 1923, publicou o Livro de Sóror Saudade. Em 1925, Florbela casou-se, pela terceira vez, com o médico Mário Laje, em Matosinhos.
Os casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas, em geral, e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem Florbela estava ligada por fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela morreu em Matosinhos, tendo sido apresentada como causa da morte, oficialmente, um «edema pulmonar».
Postumamente foram publicadas as obras Charneca em Flor (1930), Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930), Juvenília (1930), As Marcas do Destino (1931, contos), Cartas de Florbela Espanca, por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949) e Diário do Último Ano Seguido De Um Poema Sem Título, com prefácio de Natália Correia (1981). O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro, várias vezes anunciado (1931, 1967), seria publicado em 1982.

A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza.
Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim-de-século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões.

Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns críticos encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX.

A maior poetisa de sempre

A tua voz na primavera


Manto de seda azul, o céu reflecte
Quanta alegria na minha alma vai!
Tenho os meus lábios húmidos: tomai
A flor e o mel que a vida nos promete!

Sinfonia de luz meu corpo não repete
O ritmo e a cor dum mesmo beijo... olhai!
Iguala o sol que sempre às ondas cai,
Sem que a visão dos poentes se complete!

Meus pequeninos seios cor-de-rosa,
Se os roça ou prende a tua mão nervosa,
Têm a firmeza elástica dos gamos...

Para os teus beijos, sensual, flori!
E amendoeira em flor, só ofereço os ramos,
Só me exalto e sou linda para ti!

Florbela Espanca

Para ti Gonça

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Pet Shop Girafinha


Um sonho realizado.
Visitem a Pet Shop Girafinha
Estrada da Torre 1546 1546A Carcavelos

domingo, 6 de janeiro de 2008

Call Girl


O filme português «Call Girl» já levou mais de 63 mil pessoas às salas de cinema nacionais, em apenas seis dias de exibição.

Este resultado satisfaz assim as pretensões do realizador António-Pedro Vasconcelos.

Grande polemica em torno deste filme,ameaças de morte aos autores entre outras coisas mais vamos la ver resultado

Quando Eu Te Falei Em Amor



Esta musica e dedicada ao homem, que aturar o meu mau humor matinal, que leva com as minhas crises de envelhecimento, que aguarda passivamente semanalmente e mensalmente as minhas idas ao cabeleiro e a esteticista, que me consola naquela fase critica do mês, aquele
que me da amor, que esta ao meu lado em todos os momentos maus e bons, que me da prazer, quele que me leva ao espaço, aquele que me faças sentir única, O HOMEM DA MINHA VIDA

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Tres sardinas y un gato

Una sardina
dos sardinas,
tres sardinas,
y un gato.
Se apostaron
la manera
de meterse
en un zapato.
A la chichi, chichi, guagua,
a la guagua, guagua, chichi.


Está e a minha canção, cantarolava nos tempos da escuteirada.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Patê de sardinha

Ingredientes


  • 1 lata de filé de sardinhas
  • 3 colheres (sopa) de margarina cremosa;
  • 1 colher (chá) de limão;
  • 1 colher (café) de molho inglês;
  • 1/2 colher (café) de mostarda;
  • Sal e pimenta do reino.


Preparo:
  1. Amasse as sardinhas sem peles e sem espinhas.
  2. Coloque os outros ingredientes e sirva com torradas.


Sardinha ao Forno com Legumes


Aproveito para vos deixar algumas receitas de sardinhas
Ingredientes
- 10 sardinhas em filé
- 5 flores de brócolis
- 5 flores de couve flor
- 2 cenouras cortadas à juliana
- 1/2 cebola em rodelas
- 2 dentes de alho socados
- suco de 1 limão
- pimenta-do-reino e sal à gosto
- 1 pitada de louro em pó
- 1 colher (sopa) de azeite

Modo de Preparo

Tempere o filé com alho, limão, pimenta, sal e louro. Deixe marinar por cerca de 30 minutos. Enquanto isso, cozinhe os legumes no vapor até que fiquem al dente. Pincele o azeite em uma assadeira anti-aderente. Coloque na assadeira todos os legumes e, sobre eles, os filés de sardinha. Cubra com papel alumínio e leve ao forno médio por 15 minutos. Retire o papel alumínio e deixe no forno até dourar.
Porção = 200 g
número de porções = 5

Valor nutricional e calórico
por porção
Calorias = 131 kcal
Carboidratos =
8.45 g
Proteínas =
21.58 g
Lipídios =
2.18 g

O porquê do nome sardina


Olá!!

Devem estar a pensar que entraram num blog dedicado ao pescado!!! Hahhahaha. Mas não,este blog é uma especie de diário da sardina. Agora devem, estar a perguntar quem e a sardinal?? LOl
A sardina sou eu, mais conhecida por susana, susanita, xana ou xanita!!
Pois tal como Vocês,também não sei o que levou o meu paixonado a baptzar-me de sardina.
Será que tenho escamas??
Tenho barbatanas?
Cheiro a peixe??
Ou isto não passa de um problema de miupia do Gonça??